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sexta-feira, 23 de março de 2012
Público infantojuvenil também acompanha “The Walking Dead”
Estamos acompanhando “The Walking Dead”, eu, o José e o pai dele, que nos trouxe a novidade justamente por causa do interesse que o José tem por zumbis.
A série é baseada nas histórias em quadrinhos de Robert Kirkman publicadas pela Image Comics. Ela conta as andanças de um pequeno grupo de pessoas em busca de um lugar seguro para viver em um mundo cheio de zumbis.
A censura é de 16 anos. Logo no primeiro episódio há cenas chocantes, como a do policial Rick Grimes, protagonista, atirando na cabeça de uma menininha zumbi de aproximadamente 7 anos. É óbvio também que, no decorrer da série, imagens como vísceras, sangue jorrando e cabeças de zumbis explodindo são inevitáveis e para mim secundárias. O que é primoroso na série são as situações-limite que levam as personagens a tomarem decisões extremas e os dramas pessoais de cada um.
“The Walking Dead” é uma série sobre sobrevivência. E nesse sentido é inevitável a sensação de nostalgia, porque acompanhei “Lost”, que amei profundamente e aborda o mesmo tema. Confesso que comecei a acompanhar a série como uma mãe preocupada com o que seu filho estava assistindo, mas hoje sou espectadora fiel e é a primeira vez depois de “Lost” que me pego revirando fóruns e sites em busca de notícias sobre a série.
O José tem 9 anos e está levando super bem. Apesar de algumas cenas violentas e por muitas vezes nojentas, ele também foca nas personagens, no roteiro muito bem argumentado e dramático, e a única vez em que ele se assustou foi com um grito meu numa cena bem boba que ele nem se conforma de eu ter me assutado.
O que observei, dando uma espiadinha em alguns fóruns, é que o pessoal que acompanha os quadrinhos tem opiniões divergentes. Enquanto alguns elogiam, outros se decepcionam. Além disso, puder ver também que o público infantojuvenil é bem significativo.
A segunda temporada de “The Walking Dead” terminou no último sábado, 18 de março, nos EUA, exibida pelo canal pago AMC, e na terça-feira, 21 de março, exibido aqui no Brasil pela FOX. A série de zumbis fechou a temporada com recorde de audiência, atingindo 9 milhões de espectadores no EUA.
Esta é a terceira vez que “The Walking Dead” atinge números maiores do que os previstos para uma série de TV paga. A estreia do segundo ano teve audiência total de 7,3 milhões de espectadores, quebrando o recorde anterior do episódio final da primeira temporada, de 6 milhões.
O programa estreou no final de 2010, com a primeira temporada tendo seis capítulos que foram bem recebidos pela crítica e pelo público, permitindo, assim, a realização de uma segunda temporada composta de 13 episódios. A previsão é que a terceira temporada comece em outubro.
A série é muito boa!! Realmente recomendo! Mesmo assim, devo alertar que vocês pais devem acompanhar se seus filhos forem assistir a série, pois cada um reage de uma maneira diferente ao que assiste.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Quer experimentar mais de 120 jogos, num único ambiente? Visite a exposição GAME ON.
Exibida em mais de 10 países, chega ao Brasil com patrocínio exclusivo da Cultura Inglesa.
O público pode jogar mais de 120 jogos, desde os primeiros consoles, como Atari, até os mais recentes, como Xbox.
Um dos grandes destaques é o espaço dedicado aos primórdios dos videogames, com jogos de Arcade como Pac-Man, Space Invaders, Defender, Donkey Kong, etc.
A Exposição GAME ON no MIS vai até o dia 08/01/2012.
De terça a sábado, das 12h às 21h
Domingos e feriados, das 11h às 21h
Excepcionalmente na próxima segunda, dia 2, o MIS estará aberto à visitação das 12h às 21h.
Local: MIS (Museu da Imagem e do Som)
Av. Europa, 158, Jardim Europa - São Paulo - SP
Ingresso: R$ 10,00
(50%de desconto para menores de 18 anos, estudantes com identificação, maiores de 60 anos e professores da rede pública).
Proibida a entrada com mochilas e bolsas, mas eles oferecem um guarda-volume.
Desenvolvedor: Atari
Cortesia: Computer Museum, San Francisco (EUA/USA)
Em, 1960, a DEC (Digital Equipment Corporation) criou o seu primeiro computador: o POP-1 (Programmable Data Processor).
Em 1961, a DEC doou um computador MIT (Massachusetts Institute of Technology) para que os estudantes o usassem de forma produtiva.
Em 1962, Steve Russell, Martin Graetz, Peter Samson, Alan Kotok, Dan Edwards e Wayne Witanen projetaram o game Spacewar. Seu objetivo era destruir as espaçonaves inimigas, ao mesmo tempo que lutar contra a força da gravidade exercida pelo Sol. Se a situação ficasse desesperadora, o jogador podia ir para um lugar distante no hiperespaço.
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| Screenshot de um computador PDP-1 rodando Spacewar |
O Spacewar se tornou o primeiro videogame verdadeiro e foi adaptado para os computadores POP. Portanto, não é de surpreender que, na época da corrida espacial, games de guerras no espaço tenham feito sucesso. Sem dúvida, o design do Spacewar mais tarde influenciou árcade games como o Computer Space e o Asteroids.
À esquerda, "Pong" foi o primeiro produto da Atari, em 1972. O game consiste em rebater uma bolinha com uma barra.
À direita, “Pacman” produzido originalmente para Arcade no início dos anos 1980. O jogo original rendeu muitas versões ainda para o Atari 2600 (como "Mrs. Pacman", e "Pacman Jr.", além de outros não relacionados mas que seguiam o mesmo estilo), e posteriormente para diversos outros consoles e para o computador. Atualmente existem versões em 3 dimensões, outras em estilo "adventure", sempre remontando ao personagem redondo e faminto do jogo original e seus perseguidores fantasmas.
À esquerda “Donkey Kong”, o primeiro jogo da série foi lançado em 1981.
À direita, “Space Invaders” em formato de mesa como um fliperama. Nunca tinha visto assim. Lançado em 1978, foi um dos primeiros jogos de tiro com gráfico bidimensional.
sábado, 3 de dezembro de 2011
Os Muppets estão de volta carismáticos e divertidos como sempre!
O novo filme dos Muppets é pura nostalgia, divertido e surpreendentemente adorável! Diversão garantida para adultos e crianças, mas, cá entre nós, acho que mais para adultos do que para crianças, afinal foram eles que fascinaram a nossa geração e conquistaram nossos corações com seu incrível show de variedades de um humor sutil e ingênuo, mas que nos que fez rir e amá-los.
É uma comédia romântica e musical, por isso a cantoria rola solta. Durante a sessão uma criança me fez rir, quando começou a cantoria novamente, ela exclamou em voz alta “De novo!”
As participações especiais dão um toque realmente especial ao filme. O pessoal curte a aparição de Jim Parsons, o Sheldon de The Big Bang Theory, que canta a música Man or Muppet, representando a versão humana do boneco Walter, e também de Dave Ghrol, do Foo Fighters, que aparece tocando com a banda de Fozzie em um restaurante. Whoopie Goldberg e Selena Gomez fazem uma participação discreta e Jack Black tem uma participação bem especial e muito divertida.
Uma novidade pra nós aqui no Brasil pode causar uma certa estranheza como causou para mim. Trata-se da substituição do nome Caco por Kermit, isso por que a Disney decidiu manter o nome original dos personagens no mundo todo, mas nada que comprometa ou desencante!
E, por fim, parabéns aos estúdios Disney e ao ator e escritor Jason Segel que no filme atua como Gary, que teve a grande ideia de fazer os personagens Muppets voltarem à ativa, apresentando o roteiro para a Disney, que comprou a ideia. Valeu!
Assistam aqui ao trailler do filme com um pequeno e bem humorado vídeo, apresentando Caco... quero dizer, Kermit, o sapo, explicando à audiência brasileira a confusão estabelecida por anos, sobre o seu nome. Não convenceu mas tudo bem, o nome não mudou a essência da personagem.
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